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Big Data para pequenas empresas

Big Data para pequenas empresas

Por Redação Blog Gazin Atacado • 1/05/18

O dia a dia em vendas rende uma série de debates riquíssimos sobre o que é preciso fazer para vender mais, atrair e fidelizar clientes, treinar vendedores etc. Mas, verdade seja dita: não é só da prática de vendas que uma empresa de varejo vive! A tecnologia, por exemplo, é cada vez mais importante para o sucesso de qualquer organização varejista. Assim como um olhar atento às tendências, atualização constante etc. Nesse cenário, uma das ferramentas que vem ganhando importância dia após dia é o Big Data. E nós precisamos falar sobre isso!

Um olhar sobre a tecnologia

Big Data

Na última década, pequenas e médias empresas ganharam uma boa vantagem competitiva ao investir em tecnologia. Afinal, dessa forma as PMEs têm acesso a informações com a mesma rapidez que grandes corporações, sem ter que investir pesado. Uma das principais ferramentas utilizadas nesse sentido é a computação em nuvem (cloud computing).

A computação em nuvem permite que dados e softwares essenciais sejam processados e armazenados on-line. Assim, o usuário pode acessar tudo de qualquer lugar que tenha acesso à internet.

Outra vantagem do armazenamento em nuvem é a segurança das informações. Isso porque usuários da computação em nuvem não perdem as informações armazenadas em seus dispositivos móveis em caso de roubo ou dano, já que tudo que estiver armazenado na nuvem poderá ser acessado de outro dispositivo.

Por essas e outras vantagens, cada vez mais pequenas e médias empresas adotam ferramentas de cloud computing. Segundo relatório da revista Forbes, 61% das pequenas empresas brasileiras enxergam esse investimento como um diferencial-chave. Você concorda?

Big Data: Informações instantâneas ao alcance de todos

Big Data

As empresas que já utilizam a computação em nuvem têm uma série de informações à sua disposição que ajudam na tomada de decisões estratégicas. O acesso a essas informações chama-se Big Data.

Big Data é o termo utilizado para se referir ao grande volume de dados (estruturados ou não) que impactam negócios no dia a dia. O diferencial de uma empresa não está no volume de informações que ela recebe, mas na maneira como absorve os dados que importam para tomada de decisões.

Com o Big Data, informações que antes eram obtidas apenas através de estudos, podem ser identificadas a partir dos relatórios gerados na nuvem. “Você pode analisar tendências e dados históricos, e extrapolá-los para o futuro. É algo muito poderoso”, diz Ray Boggs, vice-presidente da IDC (International Data Corporation), em entrevista à Forbes.

Por meio dessas informações é possível, por exemplo, perceber que o custo de seu material vai subir em seis meses. Aí, a empresa já poderá incorporar pequenos reajustes ao longo dos meses no preço final, para não fazer um reajuste repentino e gerar insatisfação dos clientes.

Como crescer e manter a qualidade?

Lojas de pequeno e médio porte geralmente têm um bom controle do volume de vendas e entrega, e conhecem seus compradores rotineiros apenas utilizando planilhas, inventários, ou programas simples de gestão. Com o crescimento, porém, muitas vezes fica difícil manter esse controle e a qualidade.

A M.R.K.T., por exemplo, sentiu essas dores…

Shaun Nath iniciou o negócio de venda de bolsas de mão em 2010. Na época, a marca tinha lojas em Los Angeles e em Xangai. Em poucos anos, porém, tudo mudou! A empresa ampliou os canais de venda, passou a ter mais de 30 lojas físicas, atacadistas e presença on-line em mais de 20 países. E aí, o sistema de gestão usado para duas lojas deixou de funcionar…

“Basicamente, tínhamos duas opções: contratar um monte de pessoas e aceitar muitos erros manuais, ou ver como poderíamos automatizar parte disso”, conta o CEO da marca.

A marca agora possui atividades de ponto de venda, marketing, comércio eletrônico e inventário integrados em um sistema inteligente em nuvem. Assim, os gestores podem visualizar insights entre canais (como quais itens estão vendendo melhor em cada lugar). Isso, por sua vez, facilita a tomada de dciesões mais sofisticadas, que impulsionem as vendas e minimizem sobra e falta de estoque. “Podemos enxergar e analisar claramente o que está vendendo em um canal específico e planejar adiante com base no que está disponível”, diz Nath.

Resultados

Esse investimento permitiu que Nath voltasse a ter o poder de controle que tinha quando a empresa estava começando!

Mesmo não estando presente em todos os lugares, hoje ele pode saber quantas bolsas estão sendo produzidas em Los Angeles, quantas ainda estão em estoque em Xangai e quantas vão chegar na loja de Paris.

Perceba que ao utilizar o Big Data a seu favor, Nath conseguiu promover um crescimento sustentável de sua empresa.

Bons motivos para valorizar a ferramenta, não?

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Utilização das ferramentas empresariais

Mint Jutras entrevistou empresários de todos os continentes para descobrir quais são os tipos de ferramentas tecnológicas utilizadas para monitorar, planejar e prever o desempenho corporativo. Estas foram as principais descobertas:

  • 16% das pequenas empresas utilizam uma planilha eletrônica simples.
  • 58% das grandes empresas (com receita anual acima de 250 milhões de dólares) utilizam um aplicativo específico para planejamento orçamentário.
  • A análise de negócios, fundamental para conhecimento do mercado, é utilizada por 54% das grandes empresas. Por outro lado, apenas 20% das pequenas conseguem fazê-lo com as ferramentas que tem à disposição.

A verdade é que, independentemente do tamanho, o quanto antes sua empresa utilizar Big Data, melhor será. Assim, o crescimento do negócio pode acontecer de modo planejado e constante.

Convencido?

Sucesso e boas vendas!

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Imagens: Bigstock

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